Terremoto do Haiti entre os piores da história
Até aqui, 70 mil pessoas já foram enterradas. Se o número de vítimas passar de 200 mil, será o terceiro tremor que mais matou desde o início do século XX, atrás de um terremoto na China, em 1976 e do tsunami de 2004.
7 GRAUS NA ESCALA RICHTERImagem feita por fotógrafo das Nações Unidas mostra a destruição causada pelo terremoto em uma colina de Porto PríncipeA cada dia que passa, fica maior a tragédia causada pelo terremoto da semana passada no Haiti. Depois de anunciar, no sábado (16), que 25 mil pessoas já haviam sido enterradas no país, o governo haitiano elevou nesta segunda-feira (18) para 70 mil o número de mortos, o que indica que o tremor entrará para a história como uma das maiores tragédias da humanidade. O anúncio desta segunda foi feito pelo ministro haitiano Carol Joseph, à agência de notícias AFP. De acordo com ele, todas essas pessoas foram enterradas em valas comuns, um processo de emergência que pode evitar a proliferação de doenças. Os trabalhos de resgate, realizados por quase 2 mil socorristas de 43 equipes internacionais, continuam em curso, mas até domingo (17) apenas 60% da área atingida pelo tremor havia sido alcançada. Isso leva as autoridades a crer que a nefasta contagem de corpos continuará aumentando. Ainda no domingo, o general Ken Keen, coordenador dos esforços dos Estados Unidos no Haiti, afirmou que a estimativa de que o número de mortos esteja entre 150 mil e 200 mil é real. “A comunidade internacional está trabalhando com esses números, e acho que isso é o começo”, afirmou. Se forem levados em conta apenas os mortos enterrados, o desastre do Haiti já está na lista dos dez piores terremotos da história. De acordo com o levantamento feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que mantém dados desde o ano 1900, o tremor mais mortífero da história ocorreu em 1976, na cidade de Tangshan, província de Heibei, na China. Lá, cerca de 255 mil pessoas, o equivalente à população de uma cidade como Novo Hamburgo (RS), morreram.
Há registros de que dois terremotos seriam maiores que este, mas para ambos não há dados que os comprovem. O primeiro teria matado 830 mil pessoas em Shaanxi, na China, no ano 1556. O outro teria matado 250 mil em Antióquia (hoje Turquia) no ano 526.A segunda maior matança provocada por um terremoto segundo o USGS foi registrada em 2004, no tremor de mais de 9 graus na escala Richter registrado no Oceano Índico que provocou um tsunami. Indonésia, Sri Lanka, Índia e Tailândia foram os países mais afetados e 227 mil pessoas morreram. Se a estimativa de que o tremor do Haiti matou entre 150 mil e 200 mil se confirmar, a tragédia será a quarta ou terceira pior do tipo desde o início do século XX.
Os números do serviço geológico americano levam em conta apenas as mortes causadas diretamente pelo tremor, como em soterramentos, deslizamentos de encostas ou montanhas, ou pelas ondas do tsunami ocorrido em 2004. No caso do Haiti, a crise humanitária pode tomar proporções gigantescas. No fim de semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS), órgão ligado à ONU, publicou um relatório inicial sobre a situação no Haiti e alertou para o risco de epidemias como hepatite A, difteria, tuberculose, meningite meningocócica e do vírus da chamada gripe suína, o H1N1.
Os dez piores terremotos desde o início do século XX*
China (Tangshan)
1976
255 mil mortos
Oceano Índico (Sri Lanka, Índia, Tailândia)
2004
227 mil mortos
China (Haiyuan)
1920
200 mil mortos
Japão (Kanto)
1923
142 mil mortos
Turcomenistão (Ashgabat)
1948
110 mil mortos
China (Sichuan)
2008
87,5 mil mortos
Paquistão e Índia (Caxemira)
2005
86 mil mortos
Itália (Messina)
1908
72 mil mortos
Peru (Chimbote)
1970
70 mil mortos
Irã (Rasht, Qazvin e Zanja)
1990
de 40 a 50 mil mortos.
* Fonte: Serviço Geológico dos Estados Unidos. Ainda sem levar em consideração o número de mortos no terremoto de 12 de janeiro de 2010 no Haiti
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI116666-15227,00.html
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
TERREMOTO.
Um sismo, também chamado de terremoto (português brasileiro) ou terramoto (português europeu), é um fenômeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de atividade vulcânica, ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas.
A maior parte dos terremotos ocorrem nas fronteiras entre placas tectônicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos. O comprimento de uma falha pode variar de alguns centímetros até milhares de quilômetros, como é o caso da falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.
Só nos Estados Unidos ocorrem de 12 mil a 14 mil terremotos anualmente (ou seja, aproximadamente 35 por dia). Baseado em registros históricos de longo prazo, aproximadamente 18 grandes terremotos (de 7,0 a 7,9 na Escala de Richter) e um terremoto gigante (8 ou acima) podem ser esperados num ano.
Entre os efeitos dos terremotos estão a vibração do solo, abertura de falhas, deslizamentos de terra, tsunamis, mudanças na rotação da Terra, além de efeitos deletérios em construções feitas pelo homem, resultando em perda de vidas, ferimentos e altos prejuízos financeiros e sociais (como o desabrigo de populações inteiras, facilitando a proliferação de doenças, fome, etc).
O maior terremoto já registado foi o Grande Terremoto do Chile em 1960 que atingiu 9.5 na escala de Richter seguido pelo da Indonésia em 2004 que atingiu 9.3 na mesma escala.
Um sismo, também chamado de terremoto (português brasileiro) ou terramoto (português europeu), é um fenômeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de atividade vulcânica, ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas.
A maior parte dos terremotos ocorrem nas fronteiras entre placas tectônicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos. O comprimento de uma falha pode variar de alguns centímetros até milhares de quilômetros, como é o caso da falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.
Só nos Estados Unidos ocorrem de 12 mil a 14 mil terremotos anualmente (ou seja, aproximadamente 35 por dia). Baseado em registros históricos de longo prazo, aproximadamente 18 grandes terremotos (de 7,0 a 7,9 na Escala de Richter) e um terremoto gigante (8 ou acima) podem ser esperados num ano.
Entre os efeitos dos terremotos estão a vibração do solo, abertura de falhas, deslizamentos de terra, tsunamis, mudanças na rotação da Terra, além de efeitos deletérios em construções feitas pelo homem, resultando em perda de vidas, ferimentos e altos prejuízos financeiros e sociais (como o desabrigo de populações inteiras, facilitando a proliferação de doenças, fome, etc).
O maior terremoto já registado foi o Grande Terremoto do Chile em 1960 que atingiu 9.5 na escala de Richter seguido pelo da Indonésia em 2004 que atingiu 9.3 na mesma escala.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.
Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram boas e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com sua carroagem puxada por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.
Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram boas e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com sua carroagem puxada por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009

AIDS
Calcula-se que as primeiras infecções ocorreram em África na década de 1930. Julga-se que terá sido inicialmente contraído por caçadores africanos de símios que provavelmente se feriram e ao carregar o animal, sujaram a ferida com sangue infectado deste. O vírus terá então se espalhado nas regiões rurais extremamente lentamente, tendo migrado para as cidades com o início da grande onda de urbanização em África nos anos 1960.Uma amostra sanguínea de 1959 de um homem de Kinshasa, República Democrática do Congo, foi analisada recentemente e revelou-se seropositiva. Os primeiros registos de uma morte por SIDA remontam a 1976, quando uma médica dinamarquesa contraiu a doença no Zaire (hoje República Democrática do Congo). No entanto só começaram a aparecer em 1980 vários casos inexplicáveis de doenças oportunistas em homossexuais nos Estados Unidos, nas cidades de San Francisco, Los Angeles e Nova Iorque. A alta incidência dessas doenças chamou a atenção do centro de controlo de doenças dos Estados Unidos em 1981, quando publicaram o primeiro artigo que referenciava uma possível nova doença infecciosa, inicialmente vista como uma doença que afectava apenas os homossexuais. Devido à imunossupressão profunda que causava, comparável a alguns raros casos de imunossupressão de origem genética (e.g. Sindrome de DiGeorge), foi denominada de Síndrome de imunodeficiência adquirida, em contraste com aqueles casos hereditários. Inicialmente foi largamente ignorada pela sociedade americana, até que, com as proporções da epidemia sempre crescentes, apareceram os primeiros casos de transmissão mãe-filho, toxicodependentes e de transfusão de sangue em 1982.O agente causador da doença acabaria por ser descoberto pelo Instituto Pasteur de Paris em 1983 por Luc Montagnier. No Brasil os primeiros casos apareceram em 1982 num grupo de homossexuais de São Paulo que contraíram a doença por terem viaja
do para zonas com alta incidência nos Estados Unidos. Os primeiros casos reconhecidos de SIDA em Portugal apareceram em 1983. No entanto há hoje indicações que os primeiros casos poderão ter sido contraídos já durante a guerra colonial na Guiné-Bissau, nos anos 1960 e 1970, e foram então ignorados.A sua designação, que começou por ser a sigla do nome completo da doença em português, passou a ser considerada palavra no decorrer dos anos 1990.É fundamental esclarecer que no Brasil se utiliza o termo "AIDS" porque "SIDA" tem o mesmo som que "Cida", que é redução do nome "Aparecida"; assim, houve uma grande reação contrária ao uso de um nome próprio muito comum para designar esta síndrome.
Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/
do para zonas com alta incidência nos Estados Unidos. Os primeiros casos reconhecidos de SIDA em Portugal apareceram em 1983. No entanto há hoje indicações que os primeiros casos poderão ter sido contraídos já durante a guerra colonial na Guiné-Bissau, nos anos 1960 e 1970, e foram então ignorados.A sua designação, que começou por ser a sigla do nome completo da doença em português, passou a ser considerada palavra no decorrer dos anos 1990.É fundamental esclarecer que no Brasil se utiliza o termo "AIDS" porque "SIDA" tem o mesmo som que "Cida", que é redução do nome "Aparecida"; assim, houve uma grande reação contrária ao uso de um nome próprio muito comum para designar esta síndrome.Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/
O vírus da aids nasceu do cruzamento de dois outros vírus encontrados em macacos na África, segundo pesquisadores. As duas cepas virais provavelmente passaram para os chimpanzés quando estes primatas se alimentaram de carne de macaco infectada, para depois chegar ao homem na forma do HIV, indica o estudo, publicado na revista Science.
Pesquisas anteriores já mostraram que o HIV-1, vírus que causa a forma mais comum da aids em seres humanos, originou-se de um vírus símio de imunodeficiência, ou SIV, que infecta chimpanzés. Mas Como o SIV chegou aos primatas permanecia um mistério.
Cientistas americanos e ingleses analisaram o padrão genético de uma variedade de cepas do SIV em macacos africanos e concluíram que pelo menos duas delas se combinaram para formar o SIV que hoje é encontrado em chimpanzés. Foi esta forma de SIV que passou para a população humana e deu início à pandemia de HIV-1 que matou milhões de pessoas.''A recombinação dos vírus de macacos ocorreu nos chipanzés, que o transmitiu para os seres humanos em pelo menos três ocasiões'', disse Frederic Bibollet-Ruche, virologista da Universidade de Alabama em Birmingham e co-autor do estudo. Segundo ele, a transferência dos primatas para o homem teria ocorrido antes de 1930. Sabe-se que uma segunda forma de aids, causada pelo HIV-2, foi transmitida do macaco africano diretamente para o homem, sem passar pelo chimpanzé.
Pesquisas anteriores já mostraram que o HIV-1, vírus que causa a forma mais comum da aids em seres humanos, originou-se de um vírus símio de imunodeficiência, ou SIV, que infecta chimpanzés. Mas Como o SIV chegou aos primatas permanecia um mistério.
Cientistas americanos e ingleses analisaram o padrão genético de uma variedade de cepas do SIV em macacos africanos e concluíram que pelo menos duas delas se combinaram para formar o SIV que hoje é encontrado em chimpanzés. Foi esta forma de SIV que passou para a população humana e deu início à pandemia de HIV-1 que matou milhões de pessoas.''A recombinação dos vírus de macacos ocorreu nos chipanzés, que o transmitiu para os seres humanos em pelo menos três ocasiões'', disse Frederic Bibollet-Ruche, virologista da Universidade de Alabama em Birmingham e co-autor do estudo. Segundo ele, a transferência dos primatas para o homem teria ocorrido antes de 1930. Sabe-se que uma segunda forma de aids, causada pelo HIV-2, foi transmitida do macaco africano diretamente para o homem, sem passar pelo chimpanzé.
Assunto retirado do Jornal Tribuna do Paraná.

AIDS
Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde.
Porque o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.
O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.
Hoje em dia, o espírito da solidariedade está se espalhando e vem criando mais significados para o uso do laço.
Porque o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.
O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.
Hoje em dia, o espírito da solidariedade está se espalhando e vem criando mais significados para o uso do laço.
sábado, 21 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
CONSCIÊNCIA NEGRA
Saíram de muito longe
Arrancados a força do próprio lar
Muitos aqui nem chegaram
Aos mortos, fundo do mar.
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Em terra estranha passaram a viver
E agora como seria?
Viver ou morrer?
Ou vendidos como mercadoria
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Curvados pela terra a trabalhar
Por um feitor armado por um chicote
E se por um segundo se dispersar
Em suas costas vem como um bote
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nosso DEUS que do alto nos olha
O que há nesse coração
De um ser racional
Que escraviza o próprio irmão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-
Tanto tempo durou
Mas veio a abolição
Mas será que ela acabou
Com o fantasma da escravidão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nós somos todos os irmãos
Somos filhos de um mesmo pai
Brancos, pretos, vermelhos, amarelos.
Mas perante a Deus somos todos iguais
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Cor não diz nada
Nós somos todos irmãos
Pois o homem que salvou o mundo
Nunca fez distinção
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Ninguém é melhor que ninguém
Morreremos todos do mesmo jeito
Você é inteligente
Diga não ao preconceito
-*-*-**-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Arrancados a força do próprio lar
Muitos aqui nem chegaram
Aos mortos, fundo do mar.
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Em terra estranha passaram a viver
E agora como seria?
Viver ou morrer?
Ou vendidos como mercadoria
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Curvados pela terra a trabalhar
Por um feitor armado por um chicote
E se por um segundo se dispersar
Em suas costas vem como um bote
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nosso DEUS que do alto nos olha
O que há nesse coração
De um ser racional
Que escraviza o próprio irmão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-
Tanto tempo durou
Mas veio a abolição
Mas será que ela acabou
Com o fantasma da escravidão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nós somos todos os irmãos
Somos filhos de um mesmo pai
Brancos, pretos, vermelhos, amarelos.
Mas perante a Deus somos todos iguais
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Cor não diz nada
Nós somos todos irmãos
Pois o homem que salvou o mundo
Nunca fez distinção
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Ninguém é melhor que ninguém
Morreremos todos do mesmo jeito
Você é inteligente
Diga não ao preconceito
-*-*-**-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Assistam!!!
Colégio Estadual Marechal Rondon.
Vídeo elaborado e postado pela professora dinamizadora
Luciene Cândida da Silva.
Vídeo elaborado e postado pela professora dinamizadora
Luciene Cândida da Silva.
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